domingo, 29 de dezembro de 2013

COMO COMEÇOU...


Em Novembro de 2013, iniciei uma nova fase da minha vida. Comecei a frequentar o curso de Naturopatia da EMAC (Escola de Medicinas Alternativas e Complementares). Não tendo nada a ver com a minha profissão, mas levando-me ao encontro de alguns princípios que me têm despertado muito interesse!

Com o decorrer da vida, comecei a estar cada vez mais atenta aos sinais do meu organismo. Após a ingestão de alguns alimentos sentimos mau estar, estômago pesado, diarreia, eructos e/ou enjoos. O que poderia estar na causa destes sintomas!?

Temos tendência a culpar a nossa genética, dizendo que temos alguma patologia do foro gástrico, que sempre tivemos e já o nosso pai ou o nosso avô tinha. Mas porque não responsabilizamos o nosso estilo de vida, os nossos erros diários!?

Todas estas questões despertavam-me muita curiosidade até que conheci a ciência da Naturopatia.

A base da Naturopatia é a Alimentação. Um Naturopata pode ensinar-nos quais os alimentos que devemos comer no caso de termos determinada doença ou até mesmo para termos uma vida mais saudável. Sempre que necessário, a Naturopatia pode recorrer a outras ciências, como a homeopatia, fitoterapia, ortomolecular, hidroterapia ou até mesmo encaminhar para terapias como a Osteopatia, Medicina Tradicional Chinesa, Reiki, florais de Bach, drenagem linfática, yoga, tai chi, chi kung, psicoterapias e Fisioterapia.

Durante a primeira aula, do Dr. André Dourado, foram abordados vários conceitos, que serviram para arrumar as gavetas das nossas cabecinhas. 

Relembramos a alimentação da era do paleolítico, a importância dos vegetais, as vantagens da alimentação crudívora (alimentos crus) e do malefício do consumo exagerado de carne em relação ao peixe.

Desmistificamos o consumo de alguns alimentos que consumimos diariamente, como os derivados do leite e os cereais refinados, concluindo que estes são pro-inflamatórios para o nosso organismo. 

Após a abordagem destes conceitos, o Dr. André Dourado propôs-nos iniciar uma nova alimentação com os seguintes princípios: 

ACONSELHÁVEL – verduras, hortaliças, germinados, algas, fruta, peixe, marisco, moluscos, caranguejo, cogumelos, ovos caseiros (1 por dia), frutos secos, sementes, carne de caça de animais ativos, azeite de oliveira (extra virgem), amaranto e quinoa. 

MODERADO – arroz branco, arroz integral, leguminosas, tofu, solanáceas (tomate, pimento, batata, beringela), lácteos fermentados pro-bióticos (kefir e iogurtes probióticos 1 por dia)

POUCO – massa e pão (principalmente de trigo)

EVITAR – lácteos e leite (se for de cabra 1 por dia), margarinas, óleos vegetais refinados, hidrogenados (bolachas), manteigas (se não há inflamação pode consumir 30g por dia), Proteínas e gorduras de animais de aviário, açúcar refinado, produtos artificiais, sal, conservas, enchidos e presunto. 


Após esta primeira aula, implementei esta nova alimentação cá em casa, tendo todo o apoio do meu marido, que se encontra a frequentar o curso de Naturopatia comigo. Estamos a sentir-nos muito bem, levando este estilo de vida com leveza, e pisando o risco nos encontros sociais.

Assim, tomei a decisão de começar a publicar algumas receitas que fazemos cá em casa e falar de alguns conceitos que vão surgindo ao longo do curso.
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